Mçambicano acusado de assassinar antigo DJ, apresentador de rádio e televisão, podcaster e empresário sul-africano volta, esta segunda-feira, ao Tribunal de Magistrados de Joanesburgo.


Trata-se de Armindo Pacula, o moçambicano de 25 anos que enfrenta acusações de homicídio, conspiração para cometer homicídio e violação da Lei de Imigração, no caso que envolve a morte do sul-africano Warrick Stock.
Ele foi detido no passado dia 30 de Janeiro, no assentamento informal de Marathon, em Primrose, na zona de East Rand. A operação foi dirigida pela unidade de investigação da província sul-africana de Gauteng.
A polícia acredita que Armindo Pacula foi o autor dos disparos que a 16 de Dezembro do ano passado tiraram a vida do famoso DJ e apresentador sul-africano, Warrick Stock, popularmente conhecido como DJ Warras.
Seis dias depois do bárbaro assassinato, foi detido Victor Majola, operador do ramo de transporte semi-colectivo de passageiros. Este é tido como o orquestrador do plano que culminou com a morte do DJ Warras.
Logo após o cometimento deste crime que chocou a sociedade sul-africana, Armindo Pacula terá fugido para Moçambique.
Suspeita-se que tenha regressado á terra do rand, no inicio deste ano, tendo sido preso a 30 de Janeiro.
No passado dia 2 de Fevereiro corrente, Pacula teve a primeira aparição no Tribunal de Magistrados de Joanesburgo, tendo o caso sido adiado para esta segunda-feira.
Ao que foi apurado, Pacula não vai avançar com um pedido de liberdade provisória sob termo de identidade e residência e nem mesmo sob fiança, devido á sua condição de imigrante ilegal.
Uma coisa é certa: o caso de Armindo Pacula está a ser acompanhado, de perto, pelas autoridades consulares de Moçambique, na África do Sul. (RM)



