How China critic Jimmy Lai’s case signals the erosion of Hong Kong’s press freedom

Hong Kong media mogul Jimmy Lai has been sentenced to 20 years in prison in a landmark national security trial. CNN’s Kristie Lu Stout takes a look at how press freedom has changed in the city over the past two decades.

𝐌𝐎𝐍𝐃𝐋𝐀𝐍𝐄 𝐃𝐄𝐕𝐎𝐋𝐕𝐄𝐔 𝐀 𝐏𝐎𝐋𝐈́𝐓𝐈𝐂𝐀 𝐀𝐎 𝐄𝐋𝐄𝐈𝐓𝐎𝐑

𝐴 𝑎𝑏𝑒𝑟𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑑𝑜 𝑎𝑛𝑜 𝑗𝑢𝑑𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙 𝑒𝑚 𝑀𝑜𝑐̧𝑎𝑚𝑏𝑖𝑞𝑢𝑒 𝑣𝑒𝑖𝑜 𝑑𝑒𝑚𝑜𝑛𝑠𝑡𝑟𝑎𝑟, 𝑛𝑎 𝑣𝑜𝑧 𝑑𝑜 𝑝𝑟𝑒𝑠𝑖𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜 𝑇𝑟𝑖𝑏𝑢𝑛𝑎𝑙 𝑆𝑢𝑝𝑟𝑒𝑚𝑜 𝑒 𝑑𝑜 𝐵𝑎𝑠𝑡𝑜𝑛𝑎́𝑟𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝑂𝑟𝑑𝑒𝑚 𝑑𝑜𝑠 𝐴𝑑𝑣𝑜𝑔𝑎𝑑𝑜𝑠, 𝑞𝑢𝑒 𝑉𝑒𝑛𝑎̂𝑛𝑐𝑖𝑜 𝑀𝑜𝑛𝑑𝑙𝑎𝑛𝑒 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑣𝑎 𝑎𝑣𝑎𝑛𝑐̧𝑎𝑑𝑜 𝑛𝑜 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜. 𝑈𝑚 𝑝𝑜𝑙𝑖́𝑡𝑖𝑐𝑜 𝑣𝑖𝑠𝑖𝑜𝑛𝑎́𝑟𝑖𝑜, 𝑖𝑛𝑡𝑒𝑟𝑣𝑒𝑛𝑡𝑖𝑣𝑜, 𝑟𝑒𝑠𝑖𝑙𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒, 𝑞𝑢𝑒 𝑛𝑎̃𝑜 𝑠𝑒 𝑑𝑒𝑖𝑥𝑜𝑢, 𝑎𝑡𝑒́ ℎ𝑜𝑗𝑒, 𝑐𝑜𝑟𝑟𝑜𝑚𝑝𝑒𝑟, 𝑝𝑒𝑙𝑎𝑠 𝑙𝑖𝑎𝑛𝑎𝑠 𝑑𝑜 𝑟𝑒𝑔𝑖𝑚𝑒.

𝐏𝐨𝐫 𝐊𝐮𝐢𝐛𝐚 𝐀𝐟𝐨𝐧𝐬𝐨

Venâncio Mondlane deu corpo às balas, colocou-se no meio dos mais de 13 milhões de moçambicanos pobres. Desempregados, desmobilizados e discriminados. Partilhou os seus gemeres e os sentires. Carimbou uma nova forma de fazer política. Não acreditou que o lobo por não comer galinhas por três dias, tenha virado vegetariano…

Preteritamente havia lançado vários desafios, para a seara jurídica nacional. Apelou à revogação das normas constitucionais antidemocráticas. Sugeriu a equidade da maioridade civil. Clamou a relevância do Conselho de Estado, com novo figurino legal.

Lançou a tese da criação de um Tribunal Eleitoral. Clarificou a lógica de um Pacto de Regime, na senda de um amplo debate entre todas as forças vivas do país. Notificou a urgência da elaboração de uma nova constituição de viés afro-moçambicana.

Hoje a maioria dos cidadãos africanos que pugna por mudanças eleitorais efectivas, reivindicação cidadã, manifestação pacífica interventiva, grito de liberdade e democracia plena, não pode deixar de escrutinar os actos de empatia mobilizadora de Venâncio Mondlane…

Ele devolveu a política aos cidadãos, em 2024.

Ele emprestou uma nova forma de fazer política, reivindicando com a força das palavras, a blindagem da voz e os pilares da empatia e convencimento. Mondlane não recorre às armas. Mas à imagem. Apela ao pacifismo. À verdade eleitoral. A órgãos de soberania despartidarizados. À democracia de alternância baseada, na vontade soberana do cidadão eleitor… Nega o eleitor informático, plantado pelo Excel da fraude, da UIR, da CNE do Conselho Constitucional…

O seu grito jovem descomprometido com a corrupção e as benesses circunstanciais, aceites por políticos chiclete, abraçava (2024) e abraça a causa de indignação e discriminação de milhões de moçambicanos, expressamente, excluídos do centro do Orçamento, desde 1975.

Eles (os milhões) decidiram, após a batota eleitoral de Outubro de 2024, transformar as ruas e avenidas em verdadeiras faculdades da indignação, travando uma luta contra as armas e canhões que alimentam um regime avesso à transparência e a democracia…

O mundo viu. O ocidente foi cúmplice. É cúmplice! Da fraude eleitoral de 2024.

A União Europeia foi omissa aos assassinatos de inocentes. Eles defendem a “democracia dos minerais”, que se resume na defesa de líderes que lhes garantem a rapina das matérias-primas dos países africanos, antigas colónias, a baixo custo…

Mondlane denunciou. Lutou, sem o apoio dos países ocidentais que se pavoneiam defensores das liberdades e democracia. Portugal e o presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, constitucionalista, são e foram uma verdadeira fraude. Defendem as ditaduras. Os ditadores.

Mas, diante da luta desigual, Moçambique e os restantes países de África não conseguiram ficar indiferentes ao novo fenómeno (Mondlane + juventude) que devolveu a política aos moçambicanos.

O novo líder rejeitou a violência brutal das forças policiais e militares (que assassina(va)m e prendem), hasteando livros da lei e cláusulas pétreas da Constituição.

A Polícia, os militares a CNE ficaram cunhados nos discursos do presidente do Tribunal Supremo e do Bastonário da Ordem dos Advogados, como responsáveis pelos assassinatos, prisões arbitrárias e subversão das regras eleitorais. Tudo que Venâncio Mondlane, isolado, denunciava.

Agora todos ficaram, mais uma vez, com a noção da cumplicidade de certos órgãos do regime, como a Presidência da República, a FRELIMO, o Conselho Constitucional, as organizações europeias e americanas, quando no nosso continente, emergem lideranças comprometidas com o combate à pobreza, fome, analfabetismo e aposta num verdadeiro sistema de educação, justiça, democracia e desenvolvimento.

Um compromisso irrevogável com a transformação das matérias primas no país.

O Ocidente, em 2022 em Angola e em 2024, em Moçambique deixou claro ser um acérrimo defensor de autocracias e ditaduras africanas, que oprimem os seus povos.

Os exemplos da ascensão fraudulenta de longevos, incompetentes e assassinos ditadores, com direito a tapete vermelho nos areópagos europeus, estão à mão de semear…

Felizmente, a coluna vertebral erecta de um líder, a sua coerência, resiliência e o tempo demonstram, agora, a bússola da verdade. O desfraldar das folhas das liberdades, nas calçadas mentais de milhões, a fazerem morada em várias latitudes do Estado, tais como:

– A necessidade de se regular a idade civil plena dos cidadãos para 18 anos, ao invés da actual dualidade (21-18), foi reconhecida como pertinente, pelo presidente do Tribunal Supremo;

– A politização da norma constitucional, por parte do Conselho Constitucional, quanto à dupla função do Presidente da República (igualmente) presidente da Frelimo;

– Da criminalização das manifestações, direito constitucionalmente consagrado;

– Prisões arbitrárias e assassinatos com impunidade, por forças de defesa e segurança;

– Permanência de tropas estrangeiras em Cabo Delgado, ao arrepio da Constituição;

– Diálogo inclusivo com exclusão da voz da maioria…

Estes factos evocados pelo bastonário da Ordem de Advogados, na abertura do ano judicial de 2026, blindam a visão pragmática de Venâncio Mondlane e de todos quantos nele creem.

A defesa hercúlea das liberdades, da verdade eleitoral, do direito à manifestação, a consolidação de uma democracia participativa e a uma comprometida aposta num sistema de educação forte, assente em escolas técnico-profissionais, que valorize as línguas, culturas e tradições dos vários povos autóctones, distinguem Mondlane dos demais.

Ele ambiciona garantir em dois anos, um plano de autonomia e desenvolvimento agroindustrial das regiões, que devem capitalizar, com recursos financeiros internos, para a transformação das matérias-primas locais.

Por tudo isso pode-se afirmar que devolvida a política aos povos autóctones, Moçambique tem assistido a um aumento exponencial da literacia político-social dos jovens, desempregados, desmobilizados e discriminados, que impõem uma severa revogação do actual sistema partidocrata, que é pernicioso.

A juventude irmanada em Mondlane quer equidade, por isso grita a plenos pulmões: “Este país é nosso!”

É o grito de liberdade de que tanto Moçambique (e Angola) carece(m), depois de 50 anos de independência material, verdadeira “carta de alforria”, outorgada pela antiga potência colonial (Portugal), a partidos anti-democráticos e autocráticos.

O grito dos povos quer o hastear de uma nova bandeira, um novo hino e a proclamação, por verdadeiros patriotas e nacionalistas da INDEPENDÊNCIA IMATERIAL de que tanto carecem.

DA GOLEADA DOS MAMBAS AO CLÁSSICO PORTUGUÊS: A TOALHA ATRAVESSOU CONTINENTES

POR: JORGE MATAVEL

Tudo começou longe dos grandes palcos europeus, num jogo do CAN jogado à chuva, entre Nigéria e Moçambique.

Após a histórica qualificação para os oitavos-de-final, Moçambique queria mais. O feito já estava escrito, mas o sonho não se ficava por ali. Pela frente surgia uma das selecções mais poderosas do continente, a Nigéria. Ainda assim, havia esperança.

Acreditava-se que era possível contrariar o favoritismo e dar mais um passo rumo à glória.Chegava, então, a noite da possível realização de um grande sonho. A Miramar transmitia o jogo ao vivo e, nos primeiros minutos, víamos a relva encharcada e a bola traiçoeira. Chovia intensamente.

Foi nesse cenário pesado que os jogadores nigerianos recorreram a um gesto simples: usar uma toalha para humedecer a bola antes das reposições. Nada de novo no futebol moderno. Mas foi ali que nasceu a polémica e, talvez a lenda.

Há quem diga que, a partir daquele momento, os Mambas ficaram atónitos, como se algo invisível tivesse mudado o rumo do jogo. Mexer, Geny, Calila, Wity e outros jogadores quase que não conseguiam correr.Todo jogo feito em modo sufoco no meio campo de Moçambique.

E o que se seguiu foi uma goleada e, com ela, a sensação de que a toalha tinha feito mais do que secar a bola: teria sugado o descerenimento aos Mambas? Exagero? Provavelmente.

O certo é que, nos jogos seguintes da Nigéria, a toalha deixou de ser apenas um acessório. Passou a ser vista como um elemento estranho, quase místico, capaz de emprestar uma força sobrenatural aos seus donos. E quando o futebol começa a cheirar a superstição, o ridículo nunca anda longe.

No CAN, a paranoia atingiu outro nível. No jogo entre Nigéria e Marrocos, as câmaras flagraram um verdadeiro teatro: seguranças e elementos marroquinos a “raptarem” a toalha do guarda-redes nigeriano, numa tentativa quase infantil de quebrar a suposta “botânica”. O guarda-redes corria atrás da toalha como quem protege um amuleto sagrado.

O público ria, mas o recado estava dado: ninguém queria enfrentar a Nigéria com a toalha em campo. E a Nigéria acabou por ser eliminada.O futebol africano, tão rico em técnica e emoção, estava agora também a discutir… pano molhado.

No jogo entre Marrocos e Senegal, a polémica da toalha voltou a ganhar vida. Desta vez na baliza de Édouard Mendy. Debaixo de chuva intensa, o guarda-redes senegalês mantinha toalhas junto ao poste para secar as luvas, mas vários elementos de Marrocos tentaram removê-las durante a partida.

A situação tornou-se tão caricata que o suplente passou boa parte do tempo a vigiar as toalhas, quase como um “guarda da toalha”. Houve empurrões, tentativas de confisco e momentos de tensão à beira-linha.

E quando pensávamos que o assunto morreria ali, a toalha atravessou o Mediterrâneo.Em Portugal, no clássico FC Porto vs Sporting, que terminou empatado a um golo na segunda-feira, o Sporting emitiu um comunicado a denunciar o desaparecimento da toalha do seu guarda-redes.

O que antes parecia folclore africano transformou-se em polémica europeia, com comunicados oficiais e debates televisivos. A toalha, definitivamente, internacionalizou-se.

Entre nós, a palavra “toalha” estava associada a coisas bem diferentes: ao simples acto de secar o corpo… ou, em versões mais domésticas e mediáticas vistas sobretudo no #BalançoGeral, às cenas de fúria na Matola, onde algumas mulheres, ainda de toalha, foram vistas a destruir viaturas dos parceiros. Nunca imaginámos que ela também pudesse decidir jogos de futebol.

No fim, talvez a toalha não tenha poder nenhum. Mas o futebol tem isto: quando faltam explicações, inventam-se símbolos.E assim, um pano banal passou de objecto utilitário a bode expiatório, talismã e arma psicológica.

O que não se pode duvidar é que África é o berço da humanidade. Foi aqui que o mundo começou e é aqui, em África, onde o acto de secar a bola passou a ter outro significado.

toalha #jogos #Mozambique

Imaginem se o CHEGA “(…)”TODAS ELEIÇÕES NUM ÚNICO MOMENTO:QUE PERIGO E DESVANTAGENS?

Mozambique – Moçambique 🇲🇿

O jornal EVIDÊNCIAS publica que a FRELIMO pensa em propor (e porque tem maioria no Parlamento: materialmente, IMPÕE) que todas eleições – sejam as Presidenciais, Provinciais, Legislativas e Autárquicas – ocorram num único momento, com o argumento da poupança de recursos, até porque se contabiliza que Moçambique tem o processo eleitoral mais caro de África e dos maiores do Mundo, proporcionalmente. Será que procede? Na minha opinião NÃO! Qual o meu primeiro argumento?

  1. A DEMOCRACIA PERDE, IMEDIATAMENTE. Os órgãos representativos advêm da noção do Estado Moderno. É Estado Antigo ou Primitivo aquele aonde o Poder gravita no Monarca, Chefe Absolutista ou Ditador. Moçambique adoptou, em teoria, o Moderno aonde “a soberania reside no Povo”. Ora, se é o Povo quem manda, este mesmo “Patrão” determina quem o deve representar. É assim que, do naipe dos órgãos de soberania, existem os representativos, a listar: o Presidente da República, a Assembleia da República (o Deputado, diga-se) e, devia ser, o Governo (por via da Eleição do Chefe do Governo). No poder local, é o Governador e o Presidente do Conselho Autárquico. Os Tribunais e o Conselho Constitucional não são órgãosbrepresentativos, mas são soberanos.

Os Partidos Políticos são os pretendentes do Poder do Estado, a partir dos órgãos representativos. Assim, como se pode ver, se o Povo quer avaliar os Partidos no que tange a bem representá-lo, colocar todos os poderes representativos numa única eleição impede uma análise faseada e sobre cada um deles, e assim já não é DEMOCRACIA = PODER DO POVO. Eleições separadas permitem o Povo “castigar” o Partido incumpridor das promessas eleitorais o que, materialmente, é ALTERNÂNCIA saudável do Poder. Sim, numa situação, como a nossa, em que as legislaturas são de 5 anos, se um Partido “A” vence as Presidenciais e as Províncias num ano e, no ano seguinte, o “B” vence as Legislativas e forma Governo e um Partido “C” vence as Autárquicas, ao terceiro ano, aqui sim houve equilíbrio. É que, neste terceiro ano, quem tiver ganho as Presidenciais, já está sob escrutínio popular e dois anos depois, na reabertura de nova ronda eleitoral Presidencial, o Povo não vai renovar se não tiver saldo positivo. Significa que, os que regem nos órgãos Legislativos e Autárquicos se, em contraponto, estiverem com saldo positivo, são os apetecíveis para serem escolhidos para Presidente e Governador e assim por diante. Aqui a Democracia venceu. Coisa diferente aconteceria se todas eleições fossem feitas numa única ronda, impondo que só um fosse eleito pois o eleitorado tende a votar numa única linha.

Um bom exemplo é Portugal. PS e PSD foram “castigados” nas legislativas e Europeias e o CHEGA foi premiado e no Parlamento é a maior força (atento que PSD só está a governar porque se uniu ao CDS-PP). A seguir, nas eleições Autárquicas o CHEGA foi “penalizado” dando lugar aos socialistas. Igual prêmio veio nas presidencias aonde CHEGA é negado. Conclusão: se as eleições portuguesas se realizassem num único momento, no instante das legislativas, o CHEGA teria ganho tudo. Sim, teria o Parlamento, as Autarquias e a Presidência… Será que a Democracia teria vencido?

DT77

P.S. (Próxima reflexão, amanhã)

Foi Copiado na página do doutor Dinis tivane

Ciclone Tropical “GEZANI” pode afectar Sofala, Inhambane e Gaza

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) informou, na sua mais recente actualização, que a Tempestade Tropical Moderada “GEZANI” evoluiu nas últimas horas para a categoria de Ciclone Tropical na Bacia Sudoeste do Oceano Índico.

Às 08 horas de hoje, o sistema localizava-se na posição 18.0° Sul e 51.1° Leste, apresentando ventos médios de 155 km/h e rajadas até 220 km/h, deslocando-se na direcção Sudoeste a uma velocidade de 17 km/h.

De acordo com as projecções, o ciclone poderá atingir o Canal de Moçambique no dia 11 de Fevereiro de 2026, já como Tempestade Tropical Moderada. Existe ainda a possibilidade de o sistema aproximar-se da costa moçambicana como Ciclone Tropical no dia 13 de Fevereiro de 2026.

Caso se confirme esta trajectória, o fenómeno poderá influenciar o estado do tempo nos distritos costeiros das províncias de Sofala, Inhambane e Gaza, com ventos médios até 120 km/h, rajadas até 160 km/h e chuvas intensas.

O INAM garante que continua a monitorar atentamente a evolução do sistema e apela à população para acompanhar regularmente as informações meteorológicas e os avisos emitidos pelas autoridades competentes.

📡 Notícia em actualização.

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2026

MUNICÍPIO DE MAPUTO PR0ÍBE VENDA E CONSUMO DE ÁLCOOL NA PRAIA DA COSTA DO SOL

O Conselho Municipal de Maputo (CMM) acabar de anunciar a proibição da venda e do consumo de bebidas alcoólicas ao longo da orla marítima da capital, com destaque para a Praia da Costa do Sol.

A medida foi apresentada pelo Vereador das Actividades Económicas e Turismo, Alexandre Muianga, durante uma conferência de imprensa conjunta com a Polícia Municipal e o Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Cidade de Maputo. Segundo o dirigente, a decisão visa organizar e disciplinar o comportamento dos munícipes nas zonas balneares, garantindo maior segurança e ordem pública.

Além da proibição do álcool, a edilidade determinou que fica igualmente interdito o estacionamento de viaturas fora dos espaços devidamente identificados e autorizados.

O município anunciou ainda o reforço permanente do patrulhamento e da fiscalização por parte da Polícia Municipal, o ordenamento do comércio informal com a retirada de actividades não autorizadas, bem como o reforço da limpeza, gestão de resíduos sólidos e protecção ambiental na orla marítima.

As autoridades asseguram que haverá aplicação rigorosa de mult4s e demais sançõ£s previstas nas Posturas Municipais para os infract0res.

ORDEM E SEGURANÇA PÚBLICAPRM NEUTRALIZA MAIS DE CINCO SUSPEITOS ENVOLVIDOS EMDESORDEM NA AVENIDA MARGINAL

A Polícia da República de Moçambique neutralizou, nesta segunda-feira, alguns dos supostos malfeitores envolvidos nos actos de desordem registados na Avenida Marginal, junto à praia da Costa do Sol, na cidade de Maputo.

Os indivíduos foram filmados no final da tarde de domingo a protagonizar actos de vandalismo, paralisação do trânsito e perturbação da ordem pública, caracterizados por ondas de assaltos e comportamentos agressivos. Em uma das imagens amplamente partilhadas, um dos suspeitos surge a retirar o chapéu de um agente da polícia, num acto de desafio à autoridade.

Pelo menos cinco dos envolvidos encontram-se sob custódia no Comando da Polícia. A neutralização foi possível após a localização de alguns suspeitos que, no decurso das investigações, indicaram as identidades dos seus comparsas.

A corporação informou ainda que as operações continuam no terreno, visando a neutralização dos restantes membros da quadrilha. No âmbito das acções em curso, pelo menos mais dois suspeitos encontram-se detidos na 13.ª Esquadra da Polícia.

A Polícia da República de Moçambique apela à colaboração da população e reafirma o seu compromisso de garantir a ordem, a tranquilidade pública e a segurança de pessoas e bens, sobretudo em zonas de elevada afluência recreativa.

CONSELHO MUNICIPAL PROMETE MEDIDAS CONTRA ANARQUIA E ASSALTOS NA MARGINAL

A Avenida da Marginal, na cidade de Maputo, continua a ser palco de episódios de criminalidade e desmandos durante o final da tarde, principalmente nos fins de semana de Verão. O “modus operandi” das quadrilhas envolve o bloqueio da via, obrigando os automobilistas a reduzirem a marcha num momento que é aproveitado para o saque de diversos bens.

O ponto mais crítico, dá-se no estacionamento que fica nas proximidades do mercado de peixe e frango, que se transforma em discoteca a céu aberto e os desmandos são estendidos para os agentes da polícia que são desrespeitados e desautorizados. Após a dispersão dos malfeitos, o cenário que se verifica é de autêntico lixo e várias garrafas de vazias de bebidas alcoólicas.

Em reacção a estes factos, o Conselho Municipal de Maputo confirmou, em declarações à Miramar, que acompanha com preocupação a situação vigente. A edilidade garantiu que estão a ser desenhadas medidas concretas para travar a vaga de crimes e restaurar a ordem pública naquela zona da capital, mas neste momento estão em curso trabalhos de fiscalização e sensibilização para o descarte correcto do lixo e o consumo de bebidas alcoólicas na praia.

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AMOR OU CRIME?ESPOSA ESCAPA DA MORTE APÓS SER AGREDIDA COM PILÃO EM NAMPULA

Foi detido um homem que,tentou matar a sua esposa no bairro de Mutauanha, na cidade de Nampula, recorrendo a um pilão para desferir vários golpes contra a vítima.
Segundo informações, tudo começou quando o marido chegou à residência e não encontrou a esposa. Minutos depois do seu aparecimento, iniciou uma violenta agressão física, culminando na fratura dos dois membros inferiores da mulher.
Notificada, a Polícia da República de Moçambique (PRM) deslocou-se prontamente ao local, tendo neutralizado o agressor e encaminhado a vítima ao Hospital Central de Nampula, onde se encontra a receber cuidados médicos intensivos. O seu estado de saúde é considerado grave.
Por se tratar de um crime de agressão física grave, a porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, Rosa Chauque, explicou aos jornalistas, esta segunda-feira (09.02.2026), durante o habitual briefing semanal, que já foi elaborada a respetiva peça processual e decorrem os trâmites legais para a responsabilização do indiciado.
Chauque apelou ainda à população para não optar por vias agressivas na resolução de conflitos familiares.
Por sua vez, o acusado assumiu a autoria do crime, alegando que a esposa tem o hábito de chegar a casa fora do horário. Disse ainda que, desde o mês de dezembro, o casal vivia constantes desentendimentos, situação que, segundo ele, era frequentemente comunicada à família sem que houvesse uma solução definitiva.
O indiciado afirmou estar arrependido e disse não saber o que o levou a usar um instrumento contundente para espancar a esposa, alegando que sempre tentou manter a paciência, apesar das alegadas humilhações.
Entretanto, no âmbito dos resultados operativos levados a cabo pela corporação em Nampula, foram igualmente detidos nove indivíduos no bairro de Muahivire, acusados de venda e consumo de estupefacientes (suruma). De acordo com a porta-voz, após o consumo das drogas, os suspeitos perturbavam a ordem pública naquele bairro.
Na posse dos detidos, foi apreendida uma quantidade significativa de drogas. A PRM refere ainda que, ao aperceberem-se da presença policial, outros suspeitos colocaram-se em fuga, estando a polícia a trabalhar para a sua neutralização.

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Moçambique

AGENTE DA PRM TIRA PRÓPRIA VIDA NO HOSPITAL 1º DE MAIO EM NAMPULA

Um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM), de 28 anos, tirou a própria vida, dia 08/02/2026 com recurso a uma arma, quando se encontrava em serviço no Hospital Primeiro de Maio, na cidade de Nampula.

O incidente ocorreu dentro das instalações hospitalares, surpreendendo colegas e pacientes que estavam presentes no momento.

De acordo com informações preliminares, o jovem polícia encontrava-se de serviço, quando, por razões ainda desconhecidas, decidiu atirar-se com a arma de fogo na cabeça.

Apesar da rápida intervenção de profissionais de saúde, não foi possível salvar-lhe a vida. O caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, que procuram apurar as circunstâncias e possíveis motivações que levaram ao trágico desfecho.

A corporação policial e a comunidade local lamentam profundamente a perda, descrevendo o acontecimento como um choque para todos.

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